Sustentabilidade
Por que a arborização virou item essencial diante do calor que se anuncia
Publicação feita em 23 de Setembro de 2026 por São Bento Urbanismo
Os centros de monitoramento climático já não têm mais tanta dúvida sobre o que vem por aí. Para o trimestre que vai de setembro a novembro de 2026, a previsão aponta temperaturas acima da média em praticamente todo o país, com Mato Grosso do Sul entre os estados que devem sentir esse calor com mais força, segundo boletins do INMET e da NOAA. Diante desse cenário, uma pergunta que antes parecia só estética ganhou peso mais prático, a de quanto uma árvore bem plantada muda de verdade a sensação térmica de uma rua.
Um estudo da USP que identificou diferença de até 4°C entre a zona urbana e a zona rural da Grande São Paulo, e reforça algo que pesquisadores em todo o país já vêm demonstrando, que áreas bem arborizadas podem chegar a 5°C a menos do que áreas sem vegetação nos dias mais quentes.
Como a árvore realmente esfria uma rua
O resfriamento acontece por dois mecanismos que trabalham juntos, o sombreamento, que impede a radiação solar de aquecer diretamente o asfalto e as construções, e a evapotranspiração, processo pelo qual a árvore libera vapor de água e reduz a temperatura do ar ao redor. É por isso que uma rua arborizada dos dois lados se comporta de forma completamente diferente de uma rua exposta, mesmo estando a poucos metros de distância uma da outra. Esse efeito costuma ser ainda mais sentido justamente nos dias mais quentes do ano, quando a proteção da copa faz mais diferença.
O nome por trás do verde que resfria
Poucos profissionais no Brasil entendem tanto desse equilíbrio entre cidade e natureza quanto o paisagista Benedito Abbud. Formado, pós-graduado e mestre pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, onde também lecionou, Abbud soma mais de 48 anos de carreira e mais de 5.200 projetos assinados no Brasil e no exterior, incluindo os projetos paisagísticos da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro. Vencedor do Prêmio Greening em 2013, ele desenvolveu ao longo da carreira o conceito de acupuntura paisagística, a ideia de que melhorar pontos estratégicos de um espaço gera um efeito que se espalha por todo o entorno, incluindo sombra, ventilação e sensação térmica.

Onde essa assinatura já é padrão de projeto: a Linha Hectares
Na Linha Hectares da São Bento, esse cuidado com o verde nasce junto com o desenho de engenharia dos bairros, e leva a assinatura pessoal de Benedito Abbud tanto no Hectares Park & Resort quanto no Ares Park & Club. No Hectares, lançado em 2018, o condomínio foi o primeiro do estado a receber energia elétrica e internet totalmente subterrâneas, o que elimina o conflito entre fiação aérea e copa das árvores e permite plantar espécies de porte alto dos dois lados da rua, sem risco de poda forçada no futuro, ao longo de um parque linear de 7,5 quilômetros que atravessa todo o bairro. No Ares Park & Club, novo lançamento, Abbud voltou a assinar o paisagismo trazendo o mesmo padrão de sombra e verde exuberante para um condomínio que também conta com energia subterrânea e mais de 60 mil m² de área de lazer arborizada.
Conheça o Hectares Park & Resort clicando aqui e o Ares Park & Club clicando aqui.