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O que fazer com o décimo terceiro: as escolhas que valem a pena no fim do ano
Publicação feita em 1 de Outubro de 2026 por São Bento Urbanismo
Todo mês de novembro, a mesma soma extra cai na conta de milhões de trabalhadores com carteira assinada em todo o país, e todo ano a mesma pergunta se repete, a de para onde deve ir esse dinheiro que não aparece no orçamento dos outros onze meses. Em 2026, a primeira parcela do décimo terceiro deve ser paga até 30 de novembro, sem descontos de INSS e Imposto de Renda, e a segunda parcela, que normalmente venceria em 20 de dezembro, foi antecipada para o dia 18, já que o prazo legal cai num domingo.
Antes de decidir o destino desse valor, vale organizar as prioridades na ordem certa, porque o décimo terceiro rende muito mais quando resolve um problema de verdade antes de virar presente de fim de ano ou compra por impulso.
Por onde começar antes de pensar em qualquer outra coisa
A prioridade número um do décimo terceiro deveria ser sempre a dívida mais cara, especialmente cartão de crédito rotativo ou cheque especial, porque o juro que incide sobre esses dois é, de longe, o mais alto do mercado financeiro. Depois de quitado esse tipo de dívida, o passo seguinte é formar ou reforçar uma reserva de emergência, aquele colchão de alguns meses de despesas que evita que qualquer imprevisto vire uma nova dívida no ano seguinte. Só depois dessas duas etapas resolvidas é que faz sentido pensar no que fazer com o que sobra.
O que sobra depois das contas em dia
Historicamente, boa parte do décimo terceiro que sobra depois das prioridades resolvidas acaba em compras que não deixam nada para trás, uma viagem, uma reforma pontual, presentes de fim de ano. Não há nada de errado nisso, mas vale ao menos considerar uma alternativa, a de direcionar parte desse valor para algo que continua existindo depois que o dinheiro já foi gasto, como a entrada ou as primeiras parcelas de um terreno, que fica registrado no seu nome. É a diferença entre um gasto que desaparece e um bem físico que permanece, e para muita família esse raciocínio simples é o que finalmente destrava a saída do aluguel.

Onde esse passo fica mais fácil de dar: Monte Sião
O Monte Sião é um bairro da São Bento na região leste de Dourados, ao lado do campus do IFMS e com fácil acesso à Avenida Marcelino Pires, e oferece parcelamento facilitado, negociado direto com a incorporadora, sem depender de financiamento bancário tradicional. Os lotes partem de 200 m² e já contam com infraestrutura completa entregue, incluindo rede de água e esgoto, drenagem, energia, ruas asfaltadas, arborização e iluminação pública. Para quem recebe o décimo terceiro em novembro, o valor costuma ser suficiente para cobrir a entrada ou adiantar algumas parcelas, o tipo de decisão que transforma um dinheiro que normalmente se dissolve no mês em um primeiro passo concreto para sair do aluguel.
Vale colocar o valor do seu décimo terceiro ao lado da condição de pagamento do Monte Sião e ver se a conta fecha no seu orçamento. As condições atuais podem ser consultadas clicando aqui.